Opened Access Don't Move!
Estadísticas
Icon
Exportar a
Autor: Borsley, Robert D.
Fecha: 2012
Publicado en: Iberia: An International Journal of Theoretical Linguistics, 4 (1), 110-139.
Tipo de documento: Artículo
Resumen: All versions of Transformational Grammar assume that movement is a central feature of the syntax of human languages. However, frameworks which make no use of movement processes have existed for thirty years, and there has been very little attempt to show that movement analyses are superior to the analyses proposed within these frameworks. The strongest evidence for movement comes from filler-gap dependencies, where there is an extra clause-initial constituent of some kind and a gap somewhere later in the clause. Wh-questions are a typical example. The assumption that the filler has moved from the position of the gap accounts for the appearance of both the filler and the gap. However, consideration of a broader range of data casts doubt on the movement approach. There are (i) cases which look like filler-gap dependencies where there is no visible filler, (ii) cases with two gaps, (iii) cases where filler and gap do not match, and (iv) cases in various languages which look ...
[Ver más]
Todas las versiones de Gramática Transformacional asumen que el movimiento es un rasgo esencial de la sintaxis del lenguaje humano. Sin embargo, desde hace treinta años, existen marcos teóricos que no hacen uso este mecanismo. Aún así ha habido muy pocos intentos de demostrar que la hipótesis del movimiento es superior a las hipótesis sin él. La evidencia más fuerte a favor de la hipótesis del movimiento proviene de las dependencias filler-gap en las que existe un constituyente extra de cierto tipo al inicio de la cláusula y un hueco en algún lugar más tarde en la cláusula. Las oraciones interrogativas-q son un ejemplo típico: la premisa de que el filler (elemento de relleno) ha sido desplazado desde el gap (hueco) da cuenta de la aparición del elementos de relleno y del hueco en la misma cláusula. No obstante, si se tienen en cuenta ciertos ejemplos surgen dudas sobre esta hipótesis. Existen casos en los que (i) existen dependencias filler-gap en las que no hay un filler ...
[Ver más]
Todas as versões da Gramática Transformacional assumem que o movimento é uma característica central da sintaxe das línguas humanas. No entanto, nos últimos trinta anos, têm surgido quadros teóricos que não incluem processos de movimento e não tem havido tentativas para demonstrar que as análises com movimento são superiores às análises propostas por estes quadros teóricos. A evidência mais forte a favor da existência de movimento são as dependências filler-gap, em que encontramos um constituinte independente em posição inicial de frase e um gap numa posição mais final na frase. Os constituintes Wh- são um típico exemplo. A hipótese de que o filler se moveu para a posição de gap dá-nos evidências da existência tanto de filler como de gap. No entanto, algumas considerações sobre uma quantidade maior de dados têm levantado dúvidas sobre a existência de movimento. Há (i) casos que parecem ser dependências filler-gap onde não há filler visível, (ii) casos com dois gaps, (iii) ...
[Ver más]
Cita: Borsley, R.D. (2012). Don't Move!. Iberia: An International Journal of Theoretical Linguistics, 4 (1), 110-139.
Tamaño: 491.4Kb
Formato: PDF

URI: https://hdl.handle.net/11441/72634

Ver versión del editor

Mostrar el registro completo del ítem


Esta obra está bajo una Licencia Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional

Este registro aparece en las siguientes colecciones