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As empresas born global: ruptura ou adaptação do modelo de internacionalização por etapas?

Opened Access As empresas born global: ruptura ou adaptação do modelo de internacionalização por etapas?
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Autor: Brito, Carlos
Moutinho, Raquel Meneses
Coordinador/Director: Díez de Castro, Enrique Carlos
Brândao, Elísio
Fecha: 2005
ISBN/ISSN: 84-96378-10-1
Tipo de documento: Ponencia
Resumen: O processo de internacionalização tem merecido a atenção de muitos investigadores ao longo das últimas três décadas. Johanson e Valhne (1977) construíram um modelo dinâmico no qual a internacionalização é vista como um processo gradual semelhante à evolução dos “anéis de água”. As empresas começam por operar apenas no mercado doméstico, que será o seu mercado base, e a partir daí começam a gradualmente aumentar o comprometimento e os recursos empregues nos mercados externos. Contudo, estudos empíricos e teóricos têm vindo a testemunhar a existência de um novo tipo de empresas, designadas por born global, que exportam desde o seu aparecimento. Estas empresas, não se desenvolvem através de estágios graduais. Começam a internacionalização logo desde o seu nascimento e, por vezes, em mercados muito distantes. Alguns autores defendem que o modelo de Uppsala está morto, e que é necessário um novo paradigma. O objectivo deste artigo é saber até que ponto este modelo pode ser adapta...
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The internationalization process has been the topic of a lot of researches during the past three decades. Johanson and Valhne (1977) have made a dynamic model, which contends that the internationalization process is gradual, such as “rings in water”. Firms begin operating only in domestic-market inasmuch as this is their home base, and then they gradually they improve commitments and resources in the foreign markets. However, empirical and theoretical studies report a new kind of firms, the so-called born global firms, which start exporting since the birth. They don’t develop in incremental stages related to the internationalization activities. They begin the internationalization right from the birth in very distant markets. Some authors argue that the Uppsala Model was dead, and that a new paradigm is necessary. The purpose of this article is to know if the Uppsala model can be adapted and if it can be useful.
Cita: Brito, C. y Moutinho, R.M. (2005). As empresas born global: ruptura ou adaptação do modelo de internacionalização por etapas?. En Cities in competition. XV Spanish-Portuguese Meeting of Scientific Management (37-46), Sevilla: Universidad de Sevilla.
Tamaño: 176.8Kb
Formato: PDF

URI: https://hdl.handle.net/11441/81243

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